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A atriz Rita Carelli (...) faz um belo trabalho de interiorização e demonstra um domínio perfeito do tempo de fala. Um curta sensível e forte, o melhor de ficção que vi até agora."

Carlos Alberto Mattos, sobre "Au Revoir", 46 Festival de Cinema Brasileiro de Brasília, 2013

“Com o corpo todo tatuado, a partir de pintura feita por Cavani Rosas, Rita ocupa a tela com uma sedução e elegância que a eleva ainda mais um degrau em sua capacidade de convencer e envolver o espectador pela suavidade.”

Luiz Joaquim, sobre "Sob a Pele", para CINEMAESCRITO e Folha de Pernambuco, 17 Mostra de Tiradentes, 2014

"A atuação corporal entregue na tela, sobretudo de Rita Carelli, sugere um magnetismo no qual relacionamentos amorosos muitas vezes se veem envolvidos. Nua, objetiva e fluidamente tatuada, a atriz desenvolve traços quase animalescos"

Fabrício Cordeiro, sobre "Sob a Pele", Revista Janela, 14 Goiânia Mostra Curtas, 2014

 


“Além da ótima interpretação de Gigi Bandler e Rita Carelli, Au revoir surpreende pela segurança e a maturidade."
Ernesto Barros, sobre "Au Revoir", para o Jornal do Comércio, Janela Internacional do Cinema de Recife, 2013

 

“Lá pelas tantas, uma trombada (de leve… pois é uma estética de levezas) com a mulher-poema Pia (Rita Carelli, sempre um assombro, de beleza e firmeza) vai abrir mais uma porta no labirinto de experimentações”

Rodrigo Fonseca, sobre Antes o Tempo não Acabava, para Estadão, 2017

“Uma paisagem invisível, assim como são invisíveis os motivos que ligaram (e separaram) Ivo (Irandhir Santos) e Rita (Rita Carelli), em refinadíssimas atuações.”

Susana Shild, sobre “Permanência” para O Globo, RJ, Festival de Cinema do Rio, 2014

​​

Rita Carelli é a revelação do filme, dizendo monólogos com suas expressões silenciosas. Uma dupla (com Irandhir Santos) Murray e Johasson pernambucana.”

Daniel Filho, sobre “Permanência" para O Tempo, BH, 2014

“Graças à sua performance contida e sutil, Permanência encontra seu tom, que se apoia também na firme presença de Rita Carelli, interpretando uma personagem que enfrenta um frágil momento emocional em sua trajetória.”

Eduardo Kacic, sobre "Permanência" para o site Guaraná e Pipoca, 2015

"Deve-se destacar as atuações de Irandhir e Carelli. A dupla tem momentos preciosos com a valorização dos silêncios, aflições nas expressões e olhares cheios de palavras que levantam reflexões a plateia sobre saudades, memórias e términos mal resolvidos.

Ellen Ferreira, em seu blog sobre "Permanência", 2014

"As belas atuações de Irandhir Santos e Carelli fazem reverberar o conto repleto de solidão e arrependimento."

Felipe Pereira, sobre "Permanência" para Vortex Cultural, 2014
 


O corpo da protagonista carrega em cada gesto uma objetividade narrativa (...) aliada sempre à fala precisa e à uma minuciosa exploração espacial."
Bruno Marra, sobre "Au Revoir", 24 Festival Internacional de Curtas de São Paulo, 2013


 

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